Não negocie valores
- ministeriovidacwb

- há 14 horas
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Respondeu-lhe Jacó: “Venda-me primeiro o seu direito de filho mais velho.” Disse Esaú: “Estou quase morrendo. De que me vale esse direito?” Gênesis 25:31-32 NVI
Veja essa história: Esaú era o filho mais velho e, por isso, tinha o direito de primogenitura, que consistia em uma bênção especial de seu pai Isaque. Jacó, sabendo disso, quis utilizar o apetite do irmão para lhe roubar a bênção. Esaú volta de uma caçada faminto e pede a Jacó um pouco do cozido que este estava fazendo. Jacó lhe diz que só lhe daria se ele vendesse seu direito de filho mais velho a ele. Esaú responde: “Estou quase morrendo. De que me vale esse direito?” Veja que Esaú estava tão faminto que pouco se importou com aquilo que era de maior valor e negociou com o irmão. Essa história nos mostra uma realidade também na atualidade. Muitas vezes, o apetite desenfreado por alguma coisa nos faz negociar valores eternos. Alguns estão famintos por lucro e negociam o valor chamado honestidade, por exemplo. Fazem qualquer coisa para enriquecer e tornam o dinheiro mais valioso do que a fidelidade a Deus. Já outros estão famintos por sexo e negociam o valor da fidelidade conjugal por uma aventura qualquer que os torna adúlteros diante de Deus. Muitas vezes negociamos nosso tempo, perdemos tempo com um monte de bobagens e deixamos Deus em segundo plano.
O apetite é passageiro, mas o valor é eterno. O apetite mata a fome momentânea, o valor nos coloca em situação de paz com Deus. O apetite nos leva à perdição, o valor conserva nossa salvação. Será que temos negociado valores? Minha oração é para que eu e você possamos estar atentos quanto ao valor dado às coisas de Deus. Já ouvi alguém dizer que é melhor ser rico na terra, mesmo que isso implique perder a salvação; afinal, não se sabe como é o inferno e, pasmem, foi um cristão quem disse isso. O inimigo cega a muitos. Vigiem e orem, pois o inferno é tão real quanto o céu ou a terra.
Carina Ramos - Ministério Vida



